Arquivo mensal: abril 2010

Caso Cabo Armando Valdés


Ilustração

No dia 25 de abril de 1977, o cabo Armando Valdés desaparecia em plena noite sob os olhos de seus soldados: uma bola luminosa imensa lá estava a algumas dezenas de metros de uma fogueira que brilhava na noite. Graças à agência FRANCE PRESSE, um jornalista chileno, correspondente da agência internacional, tinha recebido instruções para seguir permanentemente o caso e obter o máximo de precisão sobre as seqüências deste encontro de terceiro grau. Infelizmente, o cabo  Armando Valdés e seus sete soldados não podiam ser achados, pois tinham sido literalmente seqüestrados pelos serviços especiais do Exército chileno. Chegar ao contato de Valdés era algo impossível.

Mais tarde, no começo de maio de 1978, uma informação interessante: o cabo Valdés e seus soldados tinham sido levados, no dia 25 de abril de 1978, ao próprio lugar em que se tinham dados os acontecimentos. O Exército chileno tinha interditado o perímetro durante aquela tentativa de reconstituição. Enfim, em dezembro de 1978, a direção da Agência FRANCE PRESSE em Paris informava que seu correspondente no Chile conseguirá obter com exclusividade mundial, a primeira entrevista do Cabo Valdés. Pois este militar de carreira deixara o exército – sem dúvida marcado por uma aventura que ninguém ainda pôde explicar. Eis o documento. Nota-se que o cabo Valdés, muito calmamente, dá notícias precisas sobre sua fantástica aventura.

Novembro de 1978 – Arica,Chile

PERGUNTA – Cabo Armando Valdés, depois de 18 meses e considerando o acontecimento com mais calma, poderia contar-nos de novo e resumidamente sua experiência?

CABO VALDÉS – Era um dia comum, durante o qual eu efetuara o serviço que me incumbia, de maneira rotineira. Por volta de meia-noite e trinta ou quarenta minutos, mais ou menos, um dos meus homens, que com outro estava no posto a pouco mais de 30 ou 40 metros do lugar em que nos encontrávamos, chegou correndo para nos contar que alguma coisa estava para acontecer naquele instante.

No começo eu pensei que se tratasse de um problema com os animais que estavam sob nossa guarda, ou alguém do campo de Putre que se aproximava.

Então, quando eu saí com quase todos os meus homens para ver o que estava acontecendo, eu pude ver, assim como todos os outros, uma grande luz que descia a grande velocidade, diante de nós, sobre uma pequena colina de 500 a 600 metros.

Logicamente, pensei na luz de algum cometa ou de qualquer coisa assim. À primeira vista, aquilo parecia mais um fogo de artifício, mas depois de alguns segundos, a luz se manteve parada e aumentou rapidamente, para finalmente desaparecer atrás do morro. É preciso dizer que um grande clarão saía de trás daquela elevação, como se a luz tivesse mantido-se atrás daquele topo.

Imediatamente, quase instantaneamente – e disso eu me lembro bem – pensei em ir ver aquela luz, acompanhado de um dos meus homens. Mal tinha dado a ordem, quando um dos meus homens que não me lembro mais qual deles era, deu alerta para outra direção, muito diferente do ponto para a qual estávamos todos concentrados, quase à nossa esquerda.

O que vimos em seguida nos encheu de espanto e de medo no começo. Ninguém naquele momento supusera que se tratasse de um OVNI ou de qualquer coisa desse gênero.

Era uma luz de 20 metros de diâmetro mais ou menos – já não me lembro bem disso – de forma oval e mais resplandecente no centro. Via-se claramente que aquela luz era produzida por qualquer coisa… Mas qual? Eu não sei sinceramente.


A partir daquele momento, meus homens e eu começamos a experimentar estranhas sensações, como se interiormente qualquer coisa estivesse totalmente tomando conta de nós. Não sabemos até hoje como aquela luz apareceu, mas somente que ela estava lá como que para nos impedir de passar para a primeira luz que tínhamos visto. Desde aquele instante, meus homens começaram a perder o controle e a ficar desencorajados. Sem saber nem quando e nem como, resolvemos segurar uns aos outro pelos braços… Se me lembro bem, fui eu quem deu essa ordem. Ficamos naquela posição durante bastante tempo. Alguns de meus homens rezavam ou choravam, se me recordo direito. Ajoelhamo-nos todos para orar.

Quanto a mim, como chefe da patrulha, convinha que tomasse uma iniciativa qualquer. Pus-me então a gritar com todas as minhas forças para aquela luz, pedindo sua identificação, etc., mas sabendo bem, no meu íntimo, que não obteria coisa alguma e que estava falando ao nada.

Um momento depois, os animais e os cavalos que lá se encontravam começaram a se comportar de maneira estranha diante daquele fenômeno. Por exemplo, o gado se reagrupou em redor de seus pares mais velhos, como faz quando está livre. Olhavam todos para a luz provando-nos assim que viam também o fenômeno.

Tudo aquilo nos fazia supor que estávamos na presença de qualquer coisa estranha e talvez mesmo perigosa, uma vez que os próprios animais estavam com medo do fenômeno.

Ao final de algum tempo – não saberia dizer quanto – dei a ordem de apagar o fogo que nós mantínhamos aceso, supondo que poderiam ser suas chamas que estivessem atraindo a atenção daquela luz. Devo também assinalar que o fogo crepitava de maneira anormal. Foi pois com a intenção de apagar a fogueira que nos separamos, afastando-nos uns dos outros quatro ou cinco passos, não foi mais que isso… eu tenho certeza absoluta.

Tive, então, uma idéia. Agora, mais calmo e tendo quase esquecido do caso, não sei explicar por que comecei a avançar para a luz. Sabia – creio eu – que nada obteria. Foi uma coisa estranha, como uma força que me tivesse impulsionado para ir ao encontro dela, a seis ou sete passos normais do lugar em que se encontravam meus homens. A partir daquele momento, não me lembro mais nada. Sei unicamente o que os meus homens, quase espontaneamente, me contaram no dia seguinte.

Conforme o relato deles, eu desapareci de suas vistas, para reaparecer mais tarde no mesmo lugar em que se supunha que eu tinha desaparecido. Sentia-me estranho, dizia coisas incoerentes em meio a umas espécies de espasmos e de crises de histeria. Posso afirmá-lo, agora que relembro tudo aquilo com mais calma.

Eu me recordo de que, ao voltar a mim, de manhã, me encontrei sentado, sem saber como poderia estar naquela posição. Por instantes, pensei que tinha adormecido, mas lembrando-me de tudo o que tinha acontecido. Lembro-me ainda de ter chamado meus homens para lhes perguntar se de fato se tinha passado alguma coisa. No fundo, acreditava que aquilo tinha sido um sonho e eu não queria passar ridículo diante deles. Mas não foi assim. Meus homens confirmaram, com detalhes, tudo o que se tinha passado. E digo para mim, até o presente, que tudo aquilo parece inacreditável ou quase impossível de se acreditar.

O que se passou em seguida é longo para contar: deram-se várias coisas comigo. Sentia uma grande fadiga corporal e uma forte dor nos rins, como se tivesse feito grandes esforços. Lembro-me de que naquele dia, em menos de duas horas, fumei quase uma carteira de cigarros. Estava à beira de uma crise de nervos, o que podia-se observar também com todo o pessoal que se encontrava comigo no campo de Putre.

Todos repararam que minha barba parecia de 10 dias e eu a tinha feito na véspera. O estranho era que meus homens não apresentavam essa característica. Tinham apenas experimentado um choque nervoso e se inquietado sobretudo comigo. Era eu que me apresentava mais nervoso… como dizer… estava com os nervos mais exaltados.

Quando agora repasso tudo mais calmamente… minha barba, meu nervosismo, minha extrema fadiga física, tudo enfim que se passou naquele momento, minha maneira de agir, minha aparição naquele dia, como se eu tivesse partido em patrulha uns dez dias mais ou menos, o fato de que o calendário de meu relógio avançara 5 dias e o fato de que ele ficou parado durante quase todo o acontecimento, não encontro nenhuma explicação para tudo aquilo.

O que você pensa agora daquela experiência, bem como os membros da patrulha que o acompanhavam?

Para mim, pessoalmente – desde que o resto da patrulha não está comigo – aquilo foi algo assombroso e inexplicável para minha compreensão. Mas posso dizer que naquela noite se passou alguma coisa… Que coisa? Não poderei nunca explicá-lo a mim mesmo.

Há outros detalhes sobre o ocorrido de que você se tenha lembrado depois, quer dizer, nos meses seguintes?

Para dizer verdade, eu tentei, pelo menos na época, lembrar-me de qualquer coisa que me pudesse explicar o que se passara. Mas não consegui. Não me recordava de nada.

Nestes últimos tempos, você teve de novo experiências com os OVNIs?

Absolutamente não.

Oque você pensa agora a respeito dos OVNIs?

Para mim seria tão natural vir a saber que é alguma coisa de um outro sistema como de ter a prova de que todos esses fenômenos são produzidos por elementos naturais ou talvez pelo homem, em qualquer parte.

Após essa experiência, que exames você foi submetido?

Fora das perguntas formuladas pelos jornalistas, submeteram-me a um eletroencefalograma que foi examinado por psicólogos, parapsicólogos, médicos e por especialistas, com uma quantidade de testes psicológicos de toda a sorte. Fizeram-me todos esses exames no Hospital Militar de Santiago do Chile. E por último, o que mais me surpreendeu foi o exame exigido pelo o major Eduardo Arriagada, do Estado-Maior: passei por um detector de mentiras.

Você foi submetido, por exemplo, a uma hipnose? E se afirmativo, quais foram os resultados?

Não me fizeram exame algum dessa espécie, embora recebi numerosas propostas vindas de diferentes meios para a realização de umas sessão de hipnose. Até mesmo de certos países que se comprometeram em levar a sério essa investigação e me dando muitas garantias. Isso me foi  igualmente proposto pelo Hospital Militar. Mas até o presente – e agora menos que antes – não aprovei esse tipo de exame.

Este caso o afetou psicologicamente?

Até o momento, não constatei mudança alguma e isso não me tem preocupado.


Você tem tido sonhos estranhos?

Muitos, mas não creio que tenham a ver com o caso. Uma vez apenas, e creio que não foi um sonho… Alguns dias após o acontecimento de Arica, sucedeu-me o seguinte: estava deitado ao lado de meu companheiro de quarto, com a luz acesa. De repente, senti uma estranha sensação. E imediatamente – pela primeira vez – a liguei ao fenômeno de dias atrás. Senti-me inteiramente imobilizado e com os olhos completamente abertos… desperto… Senti uma forte pressão no peito e, em seguida, uma pressão sobre o corpo todo. Senti ainda qualquer coisa me tocar – não sei o quê – qualquer coisa que tentou me levantar pelo dorso. Tentei-me mexer e pedir a ajuda ao meu companheiro, que se encontrava naquele compartimento, de costas ou sob as cobertas – não me lembro bem. Não me entreguei. Mas meu esforço foi tal que lutei – psicologicamente ou fisicamente não sei – contra aquela pressão, até que consegui escapar de tal força. Ao mesmo tempo, dei um grito terrível, chamando meu companheiro que saltou da cama para verificar o que tinha acontecido.

Estava completamente suado e tomado por uma grande exaustão. Naquela noite, não dormi mais. Estranho foi que meu companheiro não tinha percebido nada e eu tinha acabado de me deitar. Tinha terminado de ler uma revista. Até o presente, fora a experiência que tinha tido, esta foi a que me causou mais medo. Não gostaria de passar de novo por isso.

Há pessoas que tenham tido experiências semelhantes com OVNIs e que entrou em contato com você?

Sim, mas não semelhantes. Muito próximos talvez. Não me lembro de seus nomes porque a maior parte deles me contou seus casos por acaso, quando me encontravam em algum lugar e me reconheciam ou lhes dizia meu nome. há somente uma história mais especial de um colega de trabalho, referente à sua esposa que recentemente tem sentido e ouvido certas coisas. Ele a tem visto levantar-se e escrever, fazer equações, cálculos, coisas de que ela é a primeira a se admirar, pois ignora a que se referem os resultados. Também faz estranhos desenhos cujo significado desconhece.

Última Atualização ( 14 de abril de 2008 )

Fonte: cubbrasil.net

Arte: Hamilton Stefani


Relato de um Soldado


Ilustração

• Feira de Santana (BA) – 12 de janeiro de 1995

Os pesquisadores Alberto Romero, do Grupo de Pesquisas Aeroespaciais Zênite (G-PAZ), e Emanuel Paranhos, da Sociedade de Estudos Ufológicos de Lauro Freitas (SEULF), ambos localizados na Bahia, receberam uma inusitada correspondência. Ela dava conta de que, na madrugada do dia 12 de janeiro de 1995, o fazendeiro conhecido como Beto Lima estava caçando tatu quando encontrou um objeto dentro de uma lagoa em sua fazenda. Vejamos o que dizia a carta:

“Através desta carta, dirigida à emissora de televisão SBT, de São Paulo (SP), e ao jornal A Tarde, de Salvador (BA), os senhores poderão avaliar, através de seu corpo de jornalistas ou por outros meios, a verdade do que afirmo. Infelizmente não posso assinar, nem me identificar como verdadeiramente gostaria, por fortes razões pessoais e profissionais, já que sou militar ainda na ativa, principal razão do meu anonimato na grave denúncia que estou fazendo. Fiquei impressionado com a série de reportagens apresentadas através do SBT, no programa do apresentador Carlos Massa (vulgo ‘Ratinho’). Confesso que antes não levava muito a sério o assunto, mas diante das declarações feitas por outros militares, senti-me encorajado a fazer isso. Em janeiro de 1995, na madrugada do dia 12, aconteceu uma coisa muito séria nos arredores da cidade de Feira de Santana (BA). Houve um enorme apagão, que deixou às escuras toda a região, e pelo que soube através de amigos, atingiu até a fronteira com o Estado do Sergipe. Pouco depois, chegou uma mensagem ao comando desta unidade (35º Batalhão de Infantaria) e aproximadamente às 05h30 (depois de terem sido canceladas todas as folgas) saímos em três caminhões rumo ao interior. Alguma coisa tinha acontecido numa fazenda das redondezas e pelo que rodamos, imagino ser algo em torno de 20 ou 25 km da cidade. Não sabíamos exatamente do que se tratava”.

“Quando lá chegamos, pensamos que tivesse sido um rebate falso, já que tudo estava calmo. Não havia fumaça que indicasse um grande incêndio do pasto ou a queda de um avião, nem curiosos. Foi então que percebemos o nervosismo do comandante, que sem dúvida sabia do que se tratava. Ele se encaminhou à casa da fazenda, que estava fechada, e logo depois apareceu um empregado. O chefe perguntou rispidamente alguma coisa e o homem apressou-se em atendê-lo. Estávamos com roupa de campanha, totalmente equipados e armados com munição de guerra. O comandante pediu para abrir a casa e logo foi gritando para alguns soldados e oficiais o seguirem. Vasculharam rapidamente toda a residência e logo saíram carregando o que à primeira vista pareceu-me ser um bicho preguiça, que se debatia debilmente nos braços que o seguravam, estranhando a expressão de pavor ou nojo do soldado. Atrás dele, outro carregava o que parecia uma criança de 6 ou 7 anos, bem franzina, possivelmente morta. Ambos os corpos foram rapidamente colocados na carroceria de um dos caminhões, assim como alguns pedaços de metal brilhante. Quando iam sendo colocados (os corpos) em sacos de lona plástica, um dos soldados fez o sinal da cruz e junto com um palavrão exclamou: ‘… são bichos do outro mundo!’ Então me aproximei e um companheiro visivelmente nervoso sinalizou, apontando seu FAL para as criaturas. Arrepiei-me todo. Nunca tinha visto nada igual. O ‘preguiça’ gemia e se contorcia, procurando ajuda, já que estava bastante ferido, e assim de perto dava para ver que não era um bicho preguiça coisa nenhuma, mas cadê a coragem para tocá-lo? O outro era, a meu ver, mais assustador, porque seu rosto parecia mais ou menos com o de uma criança recém nascida ou coisa assim, mas era diferente, chegando a lembrar essas que morrem de fome e com olhos muito grandes. Entretanto, era grande demais para ser um recém nascido, já que media, pelos meus cálculos, perto de um metro.

Não pude seguir observando porque o comandante chamou a todos, menos dois que ficaram guardando os corpos, para irmos até uma lagoa próxima, onde vimos algo parecido com um pequeno carro, parcialmente afundado junto à margem. Então puxamos para fora, o que foi fácil demais porque era muito leve. Quase não nos atrevíamos a falar e nossa comunicação era silenciosa, através de gestos. Nesse instante chegaram dois veículos e vários indivíduos à paisana, junto com dois ou três oficiais da Marinha, não me lembro bem, e se reuniram separadamente com nosso comandante. Alguém cochichou que era do Serimar (Serviço Secreto da Marinha) ou Cenimar (Centro de Informações da Marinha) e acabaram tomando conta da operação. Pelo menos foi o que me pareceu. O objeto foi carregado em outro caminhão, onde também subiram dois dos que estavam à paisana e um dos oficiais da Marinha”.

“Não saímos dali sem antes os chefes encostarem o ‘pião’ na parede e muito provavelmente darem uma grande ‘prensa’ no coitado. Antes de despontar para a estrada, paramos por alguns minutos até chegar um caminhão tipo baú, sem nenhuma identificação, onde colocamos o objeto. Logo a seguir, um helicóptero pousou rapidamente para carregar os corpos. Ao retornar ao quartel, fomos encaminhados para uma reunião com o comandante, na qual fomos instruídos e coagidos para guardar sigilo absoluto sobre os acontecimentos, por se tratar de algo referente à Segurança Nacional, caso contrário ficaríamos sujeitos às penalidades cabíveis. Sinto não poder dar maiores detalhes, mas por enquanto isso é impossível, já que qualquer informação que revelar pode denunciar minha identidade aos meus superiores. Só posso acrescentar que esta operação (não sei se houve alguma anterior a esta) serviu como padrão para a deflagrada no Caso Varginha, ocorrida em Minas Gerais, já que os procedimentos foram idênticos e a grande falha aí foi ter envolvido outras pessoas e instituições, que acabaram facilitando o trabalho dos jornalistas e pesquisadores do assunto, o que aqui não aconteceu. Sinto-me melhor depois de escrever isso. Não por ter quebrado o meu juramento, mas depois de saber de vários outros militares, lá em Minas Gerais, que decidiram falar com os pesquisadores sobre o assunto, pensei bastante e achei que seria muito mais correto e honesto fazer o que fiz e desejar que os outros sigam meu exemplo. A única coisa que me preocupa, depois do que soube, é a saúde dos companheiros que pegaram nas criaturas e destroços (em Minas morreu um soldado). Infelizmente nunca mais soube nada a esse respeito e se soubesse não poderia falar”.

“— Um soldado brasileiro”

Fonte: ufo.com.br

Arte: Hamilton Stefani

Anunnaki


ANUNNAKI, ANU-NA-KI, “Os do Céu que Estão Na Terra”, ou “Aqueles que Vieram do Céu para a Terra”

A história ortodoxa considera que os Anunnaki eram divindades que faziam parte do panteão sumérico e acádio, entretanto o historiador e linguista, Zecharia Sitchin, especialista em traduções de tabletes cuneiformes, revela que para os sumérios e babilônios os Anunnaki eram, literalmente astronautas extraterrestres que aterrisaram na região onde se situa o Iraque, aproximadamente 450.000 anos atrás, em uma missão de mineração, que se estendeu do Oriente Médio até a África. Liderados por EA/ENKI, o “Senhor Cuja Casa é a Água”, um grupo inicial de 50 Anunnaki se estabeleceu em três bases: ERIDU, EDIN e ABZU c/ o objetivo de obter ouro, em quantidade suficiente p/ sanar os problemas no ecossistema de seu planeta natal, NIBIRU. Outros Anunnaki, os IGIGI, teriam fixado bases em Marte e na nossa lua. Posteriormente uma nova equipe chegou à Terra, liderada por ENLIL, o “Senhor do Comando” e por NINTI/NINHARSAG, a “Senhora da Vida”. Segundo os sumérios, o trabalho de mineração ficou comprometido por rebeliões entre os próprios Anunnaki, o que levou ENKI e NINTI, brilhantes cientistas, à interferir no ritmo evolutivo do tipo humanóide simiesco que habitava o planeta. E através de experiências de engenharia genética, foi obtido o protótipo do “Homo Sapiens”, chamado pelos sumérios de ADAPA/ADAMU, o “homem primordial” ou “raça primordial”. A ciência atual, considera a teoria da evolução como sendo a explicação mais provável para essas mutações, contudo os textos sumérios são interpretados por alguns como o “elo perdido” entre o evolucionismo e o criacionismo! Os Anunnaki teriam elevado o homem da terra ao nível ‘civilizado’, erguendo poderosas civilizações na Mesopotâmia, América Central, Ásia e no Mediterrâneo. As provas de sua passagem pela Terra estariam espalhadas por vários lugares. Construções megalíticas, de arquitetura inusitada e perfeição matemática, como o complexo de Gizé, no Egito; os complexos piramidais de Tiahuanaco e Sacsyahuaman, na América Central; as recém descobertas ruínas submersas de Yonaguni, Japão; entre outras. Segundo os sumérios, a cada 3.600 anos o planeta NIBIRU, completa um período orbital em torno do sol e durante sua aproximação da Terra, diversos cataclismas se sucedem. Os Anunnaki, então aproveitariam essa “janela” cósmica, para retornarem à Terra

Relação Biblico-judaica

Na Bíblia poderiam estar relacionados como os Enaquins, ou por comparação, poderiam ser aqueles a quem os Hebreus chamaram de NefilimNephal que sugere uma queda, descida ou aterrisagem. ou Nephalim ( génesis 6 )que é uma forma plural (im) da palavra

Os anunnaki, seriam os mesmos nefilim do GênesisSalmo 82, são os deuses da antiguidade, seriam os habitantes de Nibiru/Marduk, 10º planeta do sistema solar ou talvez o 6º planeta da estrela anã marrom que seria a suposta irmã gêmea do nosso sol cuja existência ainda não foi confirmada.

O mistério do DNA: uma sequência indecifrada de genes guarda o segredo da origem da espécie humana. O Projeto Genoma foi além do esperado e os cientistas estão perplexos com a descoberta de material genético que não pertence ao planeta Terra. A descoberta confere um tom a mais de credibilidade às hipóteses da origem humana como resultado de colonização da Terra realizada por viajantes cósmicos, que vieram “dos céus”, como nos relatos mitológicos de culturas antigas de todo o mundo.

Cientistas que estão trabalhando do projeto Human Genome (Projeto Genoma) ficaram perplexos diante de uma descoberta: eles acreditam que 97% das chamadas “sequências não-codificadas” do DNA humano correspondem a uma porção de herança genética proveniente de formas de vida extraterrestre!

Essas sequências não-codificadas são comuns a todos os organismos vivos da Terra, do mofo, aos peixes e aos homens. No DNA humano, as sequências constituem grande parte do total do genoma, informa o profº Sam Chang, líder da equipe. Chamadas “junk DNA” (DNA-lixo – porque, a princípio, pareciam não servir para nada), as seqüências foram descobertas há anos atrás e sua função permanece um mistério. O fato é que a maior parte do DNA humano é “extraterrestre”.

As sequências foram analisadas por programadores de computador, matemáticos e outros estudiosos. Com os resultados o profº Chang concluiu que o “DNA-lixo” foi criado por algum tipo “programador alienígena”. Essa parcela de código genético é determinante de atributos, muitas vezes indesejados, como a imunidade de um organismo às drogas anti-cancer.

Os cientistas estão admitindo a hipótese de que uma grandiosa forma de vida alienígena está envolvida na criação de novas formas de vida em vários planetas; a Terra é apenas um deles. Não se sabe com que propósito tal experiência foi e/ou está sendo feita: se é apenas um projeto científico já concluído, em acompanhamento, uma preparação dos planetas para uma colonização ou ainda, um compromisso de espalhar a vida por todo o universo.

Segundo um raciocínio com base em padrões humanos, os “programadores extraterrestres”, provavelmente, trabalham em muitos projetos voltados para a produção de diferentes estruturas biológicas em vários planetas. Devem estar tentando soluções para inúmeros problemas.

Projeto Genoma & Origens Extraterrestres da Humanidade

O profº Chang é apenas um dos muitos cientistas que acreditam ter descoberto as origens extraterrestres da Humanidade. Chang explica que o DNA é um programa que consiste em duas “versões” (ou de dois conjuntos de informações): um código master e um código básico. O código master possivelmente não tem origem terrena.

Os genes conhecidos, por si mesmos, não explicam completamente a evolução. Mais cedo ou mais tarde, a humanidade deverá ser informada de que toda a vida na Terra tem um código genético herdado (ou “plantado” por ) de seus “primos” extraterrestres e que a evolução não ocorreu do jeito que se acreditava até então.

Além do material genético, é também possível que os extraterrestre estejam aqui mesmo, acompanhando de perto o desenvolvimento da raça humana e disseminando mais intensamente suas “sementes estelares” (star-seeds). Estes seres, “infiltrados”, que estão sendo chamados de star-people ou star-children, são descritos pelos escritores Brad e Francie Steiger como indivíduos cujas almas deveriam ou poderiam estar encarnadas em mundos de outros sistemas solares, mas que vieram à Terra, nascendo em famílias humanas, para empregar seus esforços em auxiliar no processo de evolução da Humanidade.

Pessoas que alegam ter contactado estes seres, consideram-nos benevolentes ou “do bem”. Entre os “contactados” alguns são conhecidos nos meios científicos: George Adamski, Orfeo Angeluci, George Van Tassel, Howard Menger, Paul Villa, Billy meier, Alex Collier. Freqüentemente, os encontros entre humanos e “infiltrados” são comprovados por evidências físicas, como fotografias e filmes, além dos testemunhos.